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Alentejo

16.10.15

COLZA - CULTURA RENTÁVEL

Colza - Cultura Rentável

A colza, que recorde-se, é uma cultura oleaginosa, serve nomeadamente, para a produção de biodiesel, combustível biodegradável, derivado de fontes renováveis, logo inesgotável, ao invés do petróleo, cujas reservas energéticas, esgotam ao fim de 45 anos. A colza, apresenta ainda a vantagem, de originar, combustível menos poluente e, com custos inferiores, possibilitando baixar o preço dos combustíveis, apesar de obviamente, reduzir a receita fiscal.

A colza, além de servir para produção de biodiesel, pode ser direcionada, para farinha, de animais.

Os agricultores, no Alentejo, começam a apostar nesta cultura, com imensas potencialidades, semeando aproximadamente 1500 hectares, no ano transato, contudo ainda é, uma pequena “ponta do iceberg”, nomeadamente dos 88000 hectares (ha) de área irrigada entretanto, concluída do Sistema de Fins Múltiplos de Alqueva e, dos 120000 ha, após a conclusão do empreendimento, salientando-se que a colza, também tem variedades de sequeiro, com produtividade semelhante.

A diferença de custos da colza, praticada em regadio e em sequeiro, é de aproximadamente 50 euros por hectare, dispêndio da água e da energia consumidos.

A cultura, em regadio exige 350 euros por ha, menos de um terço dos quais, para fertilização, existindo variedades (Alba, Kabel, Kanela, Karitibe e Tracia), que dão uma maior produção de kg óleo por ha, em sequeiro, enquanto as variedades: karina, katia, kometa, lucia, olindigo e pacha, são mais rentáveis, em regadio.

Os países maior produtores, são a China, Canadá e Índia, enquanto na Alemanha e na Dinamarca, se obtém, a maior produção por ha, com cerca de 3500 kg.

No Alentejo, o valor cifra-se, nos 1500 kg por ha, valor idêntico ao alcançado em países como o Canadá, Espanha e Estados Unidos da América, que precedem imediatamente à Alemanha e à Dinamarca, no que concerne, à maior produtividade por ha.

A variedade de sequeiro alba e a de regadio pacha, são as que se têm adaptado melhor no Alentejo, com 1500 kg por ha, seguida da variedade katia (regadio), com 1300 kg/ha.

                                                                                                                 José Cabaça

 

 

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